Em meio à recente explosão de preocupações em torno dos domínios das inteligências artificiais, a obra de Tobias Gaede se propõe a um caminho mais introspectivo: volta-se às premissas da arte generativa histórica ao simular um comportamento biológico simples. Quando o público acessa o site, dispara um processo de geração espontânea daquilo que se parece com um organismo multicolorido, que permanece girando em seu próprio eixo enquanto cresce rapidamente. Instaura-se o paradoxo entre seres “sem vida” que corroboram a sua própria vivacidade.